
acho que não há festa de ano novo como em Delhi.
noticiários, jornais, polícia prepararam as medidas para a grande concentração popular no coração da cidade, a Connaught Place, milhares e milhares de pessoas eram esperadas.
nos preparamos bem para enfrentar o frio, estava fazendo 6 graus, e saímos para o centro às dez da noite.
quando chegamos lá, realmente o tudo estava bem organizado, ruas fechadas, soldados nas esquinas, detectores de metais, tudo preparado para receber uma multidão indiana.
mas o gozado é que estava todo mundo andando na direção errada, saindo da praça.
onze e meia e o pessoal não parava de sair da praça.
"ei, pessoal, a festa é prá lá !", dava vontade de falar...
ou será que tinham mudado a festa de lugar sem dizer nada ?
quinze para meia-noite, a praça já meio deserta, começam a apagar as luzes e fechar as lojas...
será que é uma festa surpresa e na hora H todo mundo vai sair gritando detrás de alguma moita ?
11 e 58 e a praça totalmente deserta, nada, ninguém...
à meia-noite, o apogeu: um único rojãozinho explode: ssssssssss e.... pec !
2010 tinha chegado e comemoramos com um abraço em família, no meio da pista do círculo menor de Connaught, num frio congelante e tendo como testemunha uma grande lua cheia e uns soldados indianos preocupados apenas em aquecer as mãos em fogueirinhas na calçada.
no dia seguinte, descobrimos que realmente milhares de pessoas haviam ido até a praça, mas que o auge da festa tinha sido às....dez da noite !
a festa teve luzes, balões coloridos e fogos, mas, todos celebram o ano novo mais cedo, para poder ir para casa e ver a programação especial da TV, ou para bares ou restaurantes, que fazem festas fechadas.
na rua, só até às dez....
o consolo foi poder ver pela primeira vez (e acho que única) a agitadíssima Connaught totalmente vazia, silenciosa, à meia luz...
um ano novo único, quase exclusivo...
noticiários, jornais, polícia prepararam as medidas para a grande concentração popular no coração da cidade, a Connaught Place, milhares e milhares de pessoas eram esperadas.
nos preparamos bem para enfrentar o frio, estava fazendo 6 graus, e saímos para o centro às dez da noite.
quando chegamos lá, realmente o tudo estava bem organizado, ruas fechadas, soldados nas esquinas, detectores de metais, tudo preparado para receber uma multidão indiana.
mas o gozado é que estava todo mundo andando na direção errada, saindo da praça.
onze e meia e o pessoal não parava de sair da praça.
"ei, pessoal, a festa é prá lá !", dava vontade de falar...
ou será que tinham mudado a festa de lugar sem dizer nada ?
quinze para meia-noite, a praça já meio deserta, começam a apagar as luzes e fechar as lojas...
será que é uma festa surpresa e na hora H todo mundo vai sair gritando detrás de alguma moita ?
11 e 58 e a praça totalmente deserta, nada, ninguém...
à meia-noite, o apogeu: um único rojãozinho explode: ssssssssss e.... pec !
2010 tinha chegado e comemoramos com um abraço em família, no meio da pista do círculo menor de Connaught, num frio congelante e tendo como testemunha uma grande lua cheia e uns soldados indianos preocupados apenas em aquecer as mãos em fogueirinhas na calçada.
no dia seguinte, descobrimos que realmente milhares de pessoas haviam ido até a praça, mas que o auge da festa tinha sido às....dez da noite !
a festa teve luzes, balões coloridos e fogos, mas, todos celebram o ano novo mais cedo, para poder ir para casa e ver a programação especial da TV, ou para bares ou restaurantes, que fazem festas fechadas.
na rua, só até às dez....
o consolo foi poder ver pela primeira vez (e acho que única) a agitadíssima Connaught totalmente vazia, silenciosa, à meia luz...
um ano novo único, quase exclusivo...
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